Segundo o Plano Nacional contra a Violência Doméstica, 2007-2010, a prevenção da violência doméstica exige a promoção de valores de igualdade e de cidadania que diminuam a tolerância social e a aceitação de uma cultura de violência. (Plano nacional contra a violência, 2007-2010).
De acordo com J. F. Moreira das Neves, a problemática da violência doméstica exige uma resposta social em que a contribuição do judiciário não vá além do estritamente necessário para proteger e acautelar direitos fundamentais das vítimas e punir e encaminhar o agressor para a reinserção. Dar visibilidade à resposta do sistema judicial é muito pouco.
Os educadores sociais nas instituições de apoio à vítima de violência doméstica, têm a função de atender e encaminhar a vítima, desenvolvendo para ela projectos educativos.
Têm o papel de acompanhar a vítima, abordando com ela aspectos da vida em comunidade e os défices educativos da pessoa, sendo estes aspectos importantes para uma nova formulação do projecto de vida.
No caso em que as vitimas são crianças, o educador social tem a função de desenvolver as relações sócio-afectivas da mesma com os outros.
A intervenção do educador social tem de ter em conta vários factores, tais como as condições sócio, económicas e culturais do meio de origem da vitima e do agressor, o meio familiar em que está inserido, a fragilidade emocional, adaptação à nova situação em que se encontra e à história de vida de cada pessoa.
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